MÚSICA - Academia de Música de Santa Maria

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Percussão
PERCUSSÃO
Jorge Lima
Rui Milheiro

O ensino e estudo da Percussão é uma prática musical dinâmica e diversificada pois são vários os campos desenvolvidos pelo músico: Ritmo, Melodia, Afinação, criatividade e claro, a disciplina.
O Percussionista deverá saber tocar os instrumentos acima mencionados e para tal usar os diferentes tipos de baquetas de acordo com o instrumento que executa.

Os instrumentos de percussão são os mais antigos que existem no âmbito de todos os instrumentos musicais, no sentido em que eram engenhados e percutidos pelas populações antigas em rituais culturais e religiosos.
Com o decorrer do tempo, estes instrumentos foram aperfeiçoados e desenvolvidos até chegarmos ao que hoje conhecemos como os instrumentos de Percussão estudados em música Erudita. Estes instrumentos são: CAIXA DE RUFO (membranofone de altura não definida), os TÍMPANOS (membranofone de altura definida), a MARIMBA e VIBRAFONE (idiofone percutido de altura definida) e BATERIA.



Alguns instrumentos de percussão de fabrico manual.
Alguns instrumentos de percussão actuais.
Alguns tipos de baquetas
usadas na percussão.
Clarinete
CLARINETE
Manuel Augusto Carvalho

Há clarinetes com caraterísticas suficientemente diferentes para se abordar desde as obras escritas nos seus primórdios de existência, até às do nosso século, quaisquer que sejam as suas origens e caraterísticas.

Tudo começou com o Chalumeau, instrumento simples e rústico de palheta, com 6 a 8 orifícios que ao ser aperfeiçoado pelo construtor de instrumentos Johann Christoph Denner, cerca de 1700, deu origem ao clarinete. Durante anos, os nomes clarinete e chalumeau foram confundidos. Contudo, o clarinete foi ganhando o seu espaço e, na primeira metade do séc. XVIII, já preenchia um lugar importante no espetro orquestral, completando o naipe das madeiras e oferecendo aos compositores um novo timbre, um novo colorido. Esta é uma das suas mais importantes funções no seio da orquestra.
Data de 1730 a primeira menção ao clarinete e a Denner, na obra de J.S. Doppelmeyer, Historische Nachricht von den Nürbürgischen Mathematicis und Künstlern (1730). Refere que no início deste século, Denner inventa um novo tipo de chalumeau, o clarinete. Assim, o instrumento inventado por Denner no começo do século XVIII é considerado como um simples melhoramento do chalumeau e só mais ou menos a meio desse século é que o uso do clarinete se generalizou.
Apesar de compositores, desde Vivaldi, escreverem para clarinete (cerca de 1740), foi graças a Johann Stamitz e seu filho, Karl Stamitz, bem como aos compositores Ernst Eichner e Georg Fuchs, que compuseram para os membros da orquestra de Mannheim, que o clarinete participa pela primeira vez de forma regular, então com 3 chaves (1759), na formação da orquestra. Apesar disso, os clarinetistas tocavam também oboé e só em 1778 é que os clarinetistas o passaram a ser em exclusivo.
O nível dos instrumentos musicais continuou a elevar-se e, graças a compositores, virtuosos clarinetistas e luthiers, hoje o clarinete apresenta-se evoluído o suficiente para que qualquer clarinetista encontre um instrumento que o ajude a executar e interpretar as obras com os elevados níveis de dificuldade que se lhe deparam.
Guitarra Clássica
GUITARRA CLÁSSICA
André Castilho Lopes
Carlos Marques
Rúben Ricardo Luz

Cursos de Guitarra Clássica para todas as idades.
O curso de Guitarra Clássica está estruturado para os alunos que pretendam iniciar a aprendizagem do instrumento mas também para os que procurem desenvolver alguma técnica que já possuam.
Piano
PIANO
Ana Maria Teixeira
Catarina Melro
Maria Cidália Cruz
Olga Cecília Ramos
Sandra Maria Almeida

O piano (abreviatura de pianoforte) é um instrumento musical de corda percutida. É definido como instrumento de percussão porque o som é produzido quando os batentes, cobertos por um material macio e designados martelos, e sendo ativados através de um teclado, tocam nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou metal. As cordas vibram e produzem o som.
Como instrumento de cordas percutidas por mecanismo ativado por um teclado, o piano é semelhante ao clavicórdio e ao cravo. Os três instrumentos diferem no mecanismo de produção de som. Num cravo, as cordas são beliscadas. Num clavicórdio, as cordas são batidas por martelos que permanecem em contacto com a corda. No piano, o martelo ressalta de imediato após tocar nas cordas e deixa a corda vibrar livremente.

HISTÓRIA
Atribui-se a invenção do pianoforte a Bartolomeo Cristofori, de Florença. Sabe-se que inventou um cravo que toca suavemente (piano) e fortemente por volta de 1698. Os pianos mais antigos que ainda existem datam da década de 1720. A invenção do piano beneficiou de muitos anos de existência do cravo, para o qual se conhecia bem a acústica e os materiais. O próprio Cristofori era fabricante de cravos. O grande êxito de Cristofori foi ter conseguido resolver, pela primeira vez, o problema mecânico fundamental do piano: os martelos devem tocar nas cordas mas retirar-se imediatamente (senão o som seria abafado), sem balançar e possibilitando repetições rápidas de pressão sobre a mesma tecla. Desde então, o piano tornou-se um instrumento crucial para a música ocidental, em especial a música clássica e o jazz. Grande parte dos compositores foram eles próprios pianistas e muitas vezes usaram o piano na tarefa de compor.

TIPOS DE PIANO
Existem duas versões do piano moderno: o piano de cauda e o piano vertical. O piano de cauda tem a armação e as cordas colocadas horizontalmente. Necessita por isso de um grande espaço, pois é bastante volumoso. O piano vertical tem a armação e as cordas colocadas verticalmente. Os martelos não beneficiam da força da gravidade.
Os pianos têm geralmente dois ou três pedais, sendo sempre o da direita o que permite que as cordas vibrem livremente, dando uma sensação de prolongamento do som. Compositores como Frédéric Chopin usaram nas suas peças este pedal com bastante frequência. O pedal esquerdo ou una corda é o pedal da esquerda. Despoleta nos pianos de cauda um mecanismo que desvia muito ligeiramente a posição dos martelos. Isto faz com que uma nota que habitualmente é executada quando o martelo atinge em simultâneo três cordas soe mais suavemente, pois o martelo atinge somente duas. O nome una corda parece incorreto, mas nos primeiros pianos, mesmo do inventor Cristofori, o desvio permitia que apenas uma corda fosse percutida. Nos pianos verticais o pedal esquerdo consegue obter um efeito semelhante ao deslocar os martelos para uma posição de descanso mais próxima das cordas.
Saxofone
SAXOFONE
José Silva

Cursos de Saxofone para todas as idades.
O curso de Saxofone está estruturado para os alunos que pretendam iniciar a aprendizagem do instrumento mas também para os que procurem desenvolver alguma técnica que já possuam.

O saxofone é um dos instrumentos mais recentes do espetro musical. Foi patenteado em 1846 por Antoine Joseph Adolphe Sax, e é um instrumento de sopro pertencente à família das madeiras. Apesar de na música erudita e sinfónica o saxofone não se apresentar com papel de destaque, é usado em quase todos os domínios e formas de música, desde o Jazz à música de dança, passando pela música filarmónica, étnica...
Trompa
TROMPA
Dorottya Vig

Hoje em dia, é um instrumento muito conhecido, que se apresenta em diversas formações, tais como: orquestras, grupos de música de câmara e como instrumento solista.

A história da trompa começa há milhares de anos, quando o homem aprendeu a usar chifres de animais como instrumento de sinalização e comunicação. Quando se passou a forjar metais, o instrumento deixou de ser feito de chifre, passando a ser feito de metal, por isso é que pertence à família dos metais, que por sua vez pertencem à família dos sopros. Tem um comprimento de cerca de 3,7 metros no entanto não é tão percetível pois está todo enrolado sobre si próprio.
É considerado o instrumento mais melodioso e com o som mais belo da orquestra devido ao facto de ser o instrumento com mais harmónicos, assemelhando-se muito à voz humana. Enquanto nos primórdios da orquestra apenas tinha um papel acompanhador, com o desenrolar da história e com a evolução da trompa foi suscitando cada vez mais interesse por parte dos compositores levando-os a escrever papéis que davam um caráter mais solista na orquestra.
Coro
CLASSES DE CONJUNTO
Mafalda Campos Leite

É encorajada a expressividade e comunicação musical através da performance em público, dentro e fora da Academia de Música de Santa Maria da Feira.
A prática da música de conjunto é de vital importância na formação de um músico, contribuindo para a aquisição de competências como a sociabilidade, partilha de um projeto comum, e colocação do indivíduo ao serviço do coletivo incrementado frequentemente a sua motivação.

CORO
A disciplina de Coro pretende dar aos alunos dos Cursos Básico e Complementar, o contacto com o repertório da música coral, numa experiência vocal, expressiva e criativa. As turmas de Coro estão divididas em vários grupos diferentes, o que não inviabiliza a formação de novos grupos, sempre que a docente achar necessário e pedagogicamente, e artisticamente, enriquecedor.
A disciplina inclui a docência de noções básicas de técnica vocal, competências musicais e contexto cultural da literatura da música coral.

CANTO CORAL INFANTIL
As áreas de Educação e Expressão Musical vivem um período de afirmação no nosso sistema educativo, já que esta disciplina faz parte do Programa Curricular do 1º Ciclo. Atualmente, reconhece-se à Música um papel importantíssimo no desenvolvimento integral e global da criança. Através das atividades musicais, esta tem uma oportunidade única de promover o seu desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo. No entanto, deve-se ter em atenção que o papel desempenhado pela música no processo educativo da criança será tanto mais importante, quanto mais ela o praticar. Não é suficiente que a criança se limite a ouvi-la; ela própria deve produzi-la, e a maneira mais simples de o conseguir é através do canto. Cantar é, pois, uma atividade síntese na qual se vivem momentos de profunda riqueza e bem-estar, sendo a voz o instrumento primeiro que as crianças vão explorando.     
A disciplina de Canto Coral Infantil é ministrada como uma Classe de Conjunto que visa contribuir, diariamente, para o desenvolvimento dos pequenos educandos a vários níveis: A Música tem um grande poder de estabelecer ou fortalecer a comunicação entre as pessoas; Um aperfeiçoamento das capacidades vocais, com um sentido estético aperfeiçoado; Um desenvolvimento das capacidades auditivas, já que em grupo não se pode cantar sem ouvir muito bem os outros membros, a nossa voz tem que estar perfeitamente enquadrada nas restantes, nomeadamente, no que diz respeito à afinação; O sentido rítmico, sem o qual não será possível uma correta interpretação das obras a executar; O sentido da pulsação que permite acompanhar corretamente qualquer base instrumental; O desenvolvimento da capacidade de coordenação entre o canto e o movimento nas canções com utilização da mímica – canções de mimar; O desenvolvimento da memória e das capacidades de concentração; O conhecimento de vários reportórios de diferentes estilos e épocas.
Trompete
TROMPETE
Manuel Luís Azevedo

É um instrumento musical de sopro - um aerofone da família dos metais. É geralmente fabricado em metal e está incluído na família dos bocais. Quem toca o trompete é chamado de trompetista.

O trompete é constituído por um longo tubo cilíndrico, "enrolado" sobre si, com um bocal - hemisférico ou em forma de taça - no início e uma campânula no fim.
A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada através do uso de pistões/chaves.
Desde meados do século XIX (1815) que o trompete está munido de três pistões, o que lhe permite que, usando-os isoladamente ou em combinação, possa produzir cromaticamente todos os sons dentro da sua extensão, aumentando o comprimento do tubo e, por consequência, baixando a altura da nota tocada.
Além dos pistões, as notas são controladas pela vibração dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado para o interior do instrumento.
O trompete é utilizado em diversos géneros musicais, sendo muito comummente encontrado na música clássica e no jazz.
Violino
Violino - viola
Violino (esquerda) e a Viola (direita).
VIOLINO
António Fernando Silva
Bruno Monteiro
Hélder Sá
Vera Alemão

A partir do século XX a importância do violino foi alargada a praticamente todo o mundo o que se refletiu no aumento exponencial do seu repertório a áreas tão diversas como o jazz, pop, rock e música tradicional.

VIOLINO
O violino pertence à família dos cordofones friccionados, que engloba a viola de arco, o violoncelo e o contrabaixo, e é o seu elemento mais agudo. O som é produzido recorrendo a um arco que fricciona as quatro cordas de forma isolada podendo no entanto produzir duas, três ou mesmo quatro notas simultâneas. Pode igualmente ser dedilhado, técnica que se denomina pizzicato. A sua forma atual data de meados do século XVI, com ligeiras modificações, e os construtores mais famosos de violinos, os luthiers, foram Stradivari, Stainer e as famílias Guarneri e Amati.
Devido às suas extraordinárias qualidades melódicas, harmónicas, ao seu timbre e virtuosismo muitíssimo elevado nas mãos dos seus mais exímios executantes como foram Corelli, Vivaldi, Viotti, Paganini, Wieniawski ou Ysaÿe, o violino foi e continua a ser utilizado em praticamente todos os géneros musicais e diversas formações tanto com elementos da sua família como outros instrumentos, estando em maioria numérica nas orquestras de câmara e sinfónicas, o que denota a sua importância na música ocidental dos últimos séculos.

VIOLA
A viola é um instrumento musical da família do violino (de arco e quatro cordas) e visualmente assemelha-se a este (inclusive na maneira de se tocar), entretanto possui um som mais encorpado, doce, menos estridente e mais grave. A sua tessitura é intermediária entre o violino e o violoncelo. Além destes três instrumentos, a família dos instrumentos de cordas friccionadas possui o contrabaixo. Assim, como outros instrumentos de cordas, as violas também podem ser amplificadas eletronicamente. É utilizada na música popular, no jazz e no rock, embora a sua utilização mais comum seja na música clássica, principalmente em naipes de cordas de orquestras, ou em formações de música de câmara como o quarteto de cordas.

TIMBRE DA VIOLA
Afinada nos tons Lá (1°corda), Ré (2°corda), Sol (3°corda), Dó (4°corda), a viola possui um notável poder expressivo de acento mais suave, recolhido e melancólico.
A viola é um instrumento que utiliza a clave de Dó (na terceira linha) e em regiões muito agudas utiliza a clave de sol.

Representação das notas das cordas soltas:



Fagote
Fagote
Contra Fagote.
FAGOTE
Cláudia Torres

É o instrumento mais grave das madeiras. Ele ramifica-se ainda em outros dois instrumentos: o Fagotino e o Contra Fagote. O Fagotino é um Fagote menor e mais agudo, que actualmente está em desuso. O Contra Fagote é maior que o Fagote, pesando cerca de 10kg, e soa uma oitava abaixo deste.

O Fagote é um Instrumento da Classe dos Sopros, da família das Madeiras. A palavra Fagote deriva do italiano fagotto. È também considerado um Instrumento de Palheta Dupla.
Aparecendo com a sua forma moderna no século XVIII, o Fagote figura proeminentemente em orquestras e grupos de música de câmara. Devido ao seu dedilhado complicado e às palhetas duplas, o Fagote é um instrumento particularmente difícil de aprender, e os estudantes normalmente escolhem-no após dominarem um outro instrumento de sopro, como a flauta ou o clarinete.

O FAGOTE HOJE
Hoje, existem dois tipos de Fagotes: o Fagote do sistema francês e o do sistema alemão. As principais diferenças entre os instrumentos dos dois sistemas residem na madeira utilizada na sua confecção, a furação e o chaveamento, e consequentemente, os diferentes dedilhados, etc.
Nas orquestras modernas é comum haver entre dois a quatro Fagotes, para que haja um Contra Fagote, quando necessário, e um outro seja solista. O seu timbre torna-o adequado tanto para peças líricas como para cómicas. O Fagote combina muito bem com os outros instrumentos de palheta dupla, e costuma acompanhar solos de Oboé ou Corne Inglês. Geralmente executa pequenos solos, ou forma duetos com outros instrumentos de sopro. Na música de câmara normalmente usa-se o Fagote como baixo para quase qualquer combinação de sopros de madeira. Hoje, inclusive, têm vindo a conquistar espaço os quartetos de Fagote.

Oboé
Oboé
Oboé desmontado.
OBOÉ
Ana Madalena Silva

Os oboés foram incorporados à orquestra em meados do século XVII, quando desfrutou de grande popularidade entre compositores como Antonio Vivaldi, Johann Sebastian Bach, Alessandro Marcello, Georg Friedrich Händel, Wolfgang Amadeus Mozart, Robert Schumann, Richard Strauss, entre outros.

O oboé é instrumento musical de sopro, classificado como um aerofone, membro da família das madeiras e de palheta dupla. O corpo do oboé, em formato cônico, é normalmente em madeira (ébano, jacarandá, pau rosa, entre outras), mas pode ser também encontrado em resina, compósitos e plástico.
A palheta dupla é constituída por uma cana especial, dobrada em dois e amarrada por um fio a uma peça em metal e revestida de cortiça denominada por tudel. A construção da palheta normalmente fica a cargo do oboísta, podendo contudo comprá-la já feita.
O oboé é considerado como um dos instrumentos de sopro de técnica mais difícil (requer grande controlo respiratório e relativamente altas pressões de sopro), além de sofisticado controlo labial das vibrações da palheta, por meio da chamada embocadura. O som do oboé é rico em parciais harmónicos, sendo as notas agudas bem penetrantes, motivo pelo qual o oboé é o instrumento usado para iniciar o tom de afinação de uma orquestra, a pedido do maestro, para que todos os outros instrumentos afinem. O oboé tem uma extensão de notas menor que os outros principais instrumentos de sopro, mas é capaz de grande variedade de timbres e de estilos de tocar. Em melodias lentas, o oboé tende a soar melancólico. Mas o oboé pode executar melodias alegres e chilreantes, com um timbre cortante e mordaz. Devido a estas caraterísticas o oboé é muito solicitado no variado repertório musical, por todos os compositores. A técnica apurada da embocadura e a respiração diafragmática permitem ao oboísta executar uma grande gama de expressões, efeitos dinâmicos e notas super-agudas.
Outros instrumentos da família do oboé são o oboé piccolo em Fá, o oboé d'amore em Lá, o oboé baixo em Dó (chamado oboé barítono em França) e o oboé contrabaixo em Dó. Aparentados com o oboé são ainda o corne inglês (que integra regularmente as orquestras desde o século XIX) e o Heckelphon.
Violoncelo
Violoncelo
Imagem demonstrativa da evolução do violoncelo.
VIOLONCELO
Sónia Torres

O violoncelo é um instrumento que pertence à família das cordas friccionadas, constituídas pelo violino, viola d’arco, violoncelo e contrabaixo.

O violoncelo é um instrumento que pertence à família das cordas friccionadas, constituídas pelo violino, viola d’arco, violoncelo e contrabaixo. Todos estes instrumentos têm uma aparência e forma de tocar um pouco semelhantes à exceção da sua dimensão e forma de tocar. O violoncelo é um instrumento maior que o violino e tem um som parecido com a voz do ser humano por ser um instrumento que permite tocar sons graves e sons agudos como os do violino. Pode ser tocado em pizzicato ou com arco.
Inicialmente, o violoncelo era um instrumento utilizado como baixo contínuo (parte instrumental mais grave, destinada a sustentar a tonalidade), contudo, vários compositores começaram a escrever obras para violoncelo com um instrumento solístico.
Formação musical
FORMAÇÃO MUSICAL E DISCIPLINAS ANEXAS
Ângela Lopes (ATC)
Nuno Peixoto de Pinho (ATC)
Regina Matos (FM)
Tiago Manuel da Hora (HCA)

· ATC - Análise e Técnicas de Composição
· HCA - História da Cultura e das Artes
Orquestra
ORQUESTRA SINFÓNICA
António Fernando Silva
 
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